20 de março de 2017

Seguravas na tua mão o mesmo segredo que te disse no último dia ao ouvido. Sussurrei sílabas soltas, que em ti se juntavam para fazer sentido. Cheguei até a guardar a nossa melodia, aquela que tantas vezes partilhámos. Eram os silêncios que eu mais gostava. Os silêncios e o teu olhar atento que tantas vezes me decorava.
Hoje, esmagas. E aquilo que resta, são já migalhas.

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