23 de novembro de 2014


Olho-te a medo como se não me pertencesses e sonho todas as noites com o momento. 
Somos seres humanos frágeis, frascos de vidro prestes a estilhaçar no chão. Sabemos ser, na melhor das definições. Isto porque o arrepio surge aquando da lembrança, do alcançar das metas. Temos momentos. Momentos que foram como uma pétala no vento. Momentos que ficaram, por segundos de ouro. Momento que não vieram. Que não virão.
O momento, esse, reveste-se da tua pele. Mascara-se com o teu sorriso, abandona-me nos dias em que estás... mas não te sinto. Volta como se os pólos fossem um e eu morasse dentro de ti. Há magias que nem os feiticeiros conhecem. Tu és a minha e eu não te conheço.

Sem comentários:

Enviar um comentário