8 de julho de 2014

Nesses versos que percorres a olho nu, desmembram-se trilhos escuros de tempos perdidos. Dizes que o céu esconde as cores da minha alma, desconhecendo que sou como a água de um rio que escorre nesses rochedos que vês. Não sou o amarelo do sol, nem o azul do teu céu... resumo-me à transparência das minhas palavras.

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